Um ano depois: o Lobo volta ao Hexagonal mais forte do que saiu
Em 2025 o acesso escapou na última rodada; em 2026 o Paracatu chega à fase final como o melhor time da primeira fase.

Há um ano, o Paracatu vivia a mesma reta final que vive agora. Em outubro de 2025, o Lobo entrou no Hexagonal da Segunda Divisão como quarto colocado geral e estreou com vitória por 2 a 0 sobre o Essube, fora de casa.

A campanha teve de tudo. Empate por 1 a 1 com o Boa Esporte, derrota por 2 a 1 para o Coimbra em Contagem, com um jogador a menos durante boa parte do jogo, e uma vitória de reação sobre o Tupi em Juiz de Fora, por 2 a 1, com gol de pênalti no fim. O time chegou vivo à última rodada.
No dia 22 de novembro de 2025, no Frei Norberto, o Paracatu empatou por 0 a 0 com o Novo Esporte. Coimbra e Boa venceram seus jogos e ficaram com as duas vagas no Módulo II. O acesso passou perto e não veio.
Um ano depois, o ponto de partida é outro. O Paracatu fechou a primeira fase de 2026 em primeiro lugar na classificação geral, com 12 pontos. Por isso, joga três das cinco partidas do Hexagonal em casa. Em 2025, o time precisou correr atrás; em 2026, é ele quem dita o ritmo.
O calendário guarda um reencontro. No dia 14 de novembro, o Lobo visita o Novo E.C. Itabirinha, o mesmo Novo Esporte do 0 a 0 que encerrou o sonho do ano passado. Antes disso, tem Betim fora e São João del Rei em casa.

Para o técnico Wallace Lemos o importante na fase Hexagonal Final da competição o importante é pontuar e sair do lugar e a expectativa agora é fazer uma boa semana de preparação e construir um bom resultado lá contra o Betim.
A lição de 2025 é simples: no Hexagonal, cada ponto em casa pesa. Ano passado faltou pouco. Este ano, o time tem mais jogos no Frei Norberto e a torcida pode fazer a diferença que faltou.



